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Projeto de Pesquisa Autor: Gilmar Duarte.


Professor de Matemática da Universidade Federal do Piauí, onde atualmente exerce a função de diretor do Colégio Agrícola de Floriano-PI e programador em microinformática.

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Sábado, Julho 26, 2008

CYBERCULTURA
A humanidade vive um cotidiano incrementado de elementos eletrônicos, digitais, virtuais e tecnológicos. É a era da cibernética, fenômeno que se estende desde os anos 50, mas apenas no inicio dos anos 80 que iniciou sua inserção na sociedade. A era da cibernética vai representar para a sociedade o aperfeiçoamento, principalmente da comunicação, tornando mais rápida, fácil e eficaz a comunicação a distancia.
Com a tecnologia da telefonia como alicerce, o mundo desenvolve meios de aproximar sociedades geograficamente distantes em períodos de tempo muito curto, valendo-se basicamente de elementos tecnológicos, não só no campo da mecânica (aparelhos modernos, ciência e computadores), mas também da filosofia (individualismo, necessidade de adquirir conhecimentos e cultura, interesse em expandir-se enquanto ser, porém sem sair de casa). A cibernética trará para o individuo a possibilidade de construir um mundo que reúna seus interesses e apresente-lhe possibilidades de ampliar seu conhecimento técnico e cultural, com o auxilio dos equipamentos desenvolvidos para o suporte da sociedade moderna.
A cibernética, enquanto fenômeno, não apresenta ao mundo apenas uma nova roupagem tecnológica. Ela também altera a configuração social. Como, por exemplo, a conseqüência da 2º Guerra Mundial e o surgimento da sociedade de consumo, ou seja, a fome capitalista de consumo, e o capitalismo tecnológico e econômico.
A sociedade de consumo cresce e apresenta suas conseqüências: no plano econômico, houve o surgimento de uma classe consumidora, cujas necessidades sempre estão sendo supridas e novas necessidades estão sendo criadas; acontece um alto crescimento no consumo, evidenciando os paises que, após a 2º Guerra Mundial, mantiveram ou criaram mercados para o consumo de suas produções; no plano social, a sociedade apresenta-se em dois blocos, um consumista, e o outro excluído, cujo distanciamento entre esses dois blocos, cada vez mais, se intensifica; surgem as mazelas sociais e os grupos de constentação a então situação econômica nos diversos paises. Estes grupos constituem uma força anticonsumista, em defesa dos desfavorecidos, cada vez mais excluídos do meio social, pode ser tanto um idealizador, como um cyberpunk, propriamente dito. Tratar desses fatos históricos recentes é importante para a compreensão do que vai representar a sociedade da informação.


postado por:Gilmar Duarte às 6:23 AM

UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UNB)
GILMAR PEREIRA DUARTE

ESTUDO DA INFLUENCIA DO DESEMPENHO DO TUTOR NO DESEMPENHO DO ALUNO DO CURSO PILOTO DE ADMINISTRAÇÃO DA UFPI NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Projeto de pesquisa apresentado à Universidade de Brasília (UNB) junto a Faculdade de Educação para o curso de Mestrado em Gestão da Educação Profissional e Tecnológica.



1. INTRODUÇÃO

A pesquisa pretende estudar a influencia do tutor no desempenho do aluno do curso piloto de administração da UFPI na modalidade de educação à distância (EaD).
Nos últimos anos, observou-se no Estado do Piauí o inicio da consolidação de uma Universidade Aberta voltada para o ensino a distancia. A opção pela modalidade de EAD está ganhando espaço no mundo em geral e no nosso país em particular, por isso, é necessário que se crie um sistema de acompanhamento que possibilite a interatividade entre todos os intervenientes do processo.
A demanda por mais escolarização, pela universalização do conhecimento, por níveis mais elevados de educação, impõe mudanças e uma melhor preparação do corpo docente, sendo a formação dos professores uma questão crucial, formação essa que deverá ser capaz de atender as necessidades do mercado.
Desta forma, a educação a distância surge, cada vez mais, como uma modalidade de educação adequada e desejável para atender às novas demandas educacionais resultantes das mudanças na nova ordem econômica mundial.
A conseqüência da associação educação – tecnologia é, atualmente, um assunto controverso e polêmico resultante das características emergentes e extremamente transformadoras que o envolvem. Em grande parte, por esta razão, este tema tem sido tópico de abordagem recorrente em investigações acadêmicas.
Ao mesmo tempo, não é mais possível pensar uma educação desligada de um contexto de relações sociais cada vez mais globais, considerando as realidades do aluno e a realidade da sociedade.
O conceito mais atual de EaD supõe também que os alunos não estudem sozinhos o tempo todo mas basicamente que haja interação entre eles e seus tutores em forma de discussões em grupo via computadores ou videoconferências ou TV interativa.
A pesquisa aborda uma modalidade de educação analisando as possibilidades de aprendizagem, mediadas pelas tecnologias, no contexto da ralação aluno-tutor. Esse novo cenário educativo necessita enfatizar a comunicação e a interatividade entre tutores e alunos, o que dá ênfase à necessidade de formar e manter pessoas qualificadas para colaborar, cooperar e interagir. Mesmo assim, a interatividade deve estar presente na relação professor-aluno-conhecimento não como conseqüência das novas tecnologias, mas um requisito para a construção deste conhecimento (PICANÇO et al., 2000).
Da mesma forma argumenta Lévy que a interatividade assinala muito mais um problema, a necessidade de um novo trabalho de observação, de concepção e de avaliação dos modos de comunicação, do que uma característica simples e unívoca atribuível a um sistema específico (LÉVY, 1999, p.82).
Nesse sentido, procurar-se-á compreender o papel do professor-tutor, a importância de sua função e as competências necessárias para desempenhá-la. Os resultados esperados deste trabalho pretendem contribuir aos planejadores e capacitadores de professores e tutores como apoio nas estratégias de relacionamento com os alunos em programas de EaD na UFPI.


2. PROBLEMA

A revolução tecnológica implica em mudanças nas mais diferentes áreas, não sendo diferente na área da educação. Cada vez mais o desenvolvimento científico gera para os educadores a necessidade de adoção de novos modelos de ensino no sentido de atender às novas demandas advindas com as modificações da sociedade do início do século XXI.
As mudanças tecnológicas e a utilização de mídias interativas no processo de ensino-aprendizagem vêm transformando significativamente o perfil da educação na sociedade atual. Diante disso a EaD passa a ocupar uma posição instrumental estratégica para satisfazer às amplas e variadas necessidades de capacitações de profissionais.
O reconhecimento desta forma acelerada de formação é reconhecida por inúmeros programas educacionais e por educadores como também abre como interrogante para este projeto, a necessidade de saber: De que modo o desempenho do tutor influencia no desempenho do aluno no processo de educação a distância?
Para responder o problema coloca-se as seguintes questões:
1. Qual a importância da tutoria na educação à distância?
2. Qual a importância da relação tutor-aluno?
3.Qual a influencia do desempenho do tutor no desempenho aluno do Curso Piloto de Administração da UFPI?

3. HIPOTESE

Na EaD para além dos materiais auto-instrucionais o tutor é um elemento fundamental na criação de ambientes colaborativos e no desenvolvimento de uma aprendizagem autônoma dos formandos.
A falta de preparação adequada por parte do tutor prejudica o desempenho do aluno uma vez que as atividades que propiciem o intercâmbio entre aluno e tutor poderá não atender às necessidades que os alunos experimentam no seu quotidiano.
O nível de formação de tutores constitui uma limitante para desenvolver maior interação com os alunos e com isso impede que os mesmo possam atingir melhor desempenho.


4 OBJETIVOS

4.1 Objetivo Geral
O objetivo geral desse trabalho consiste em analisar a tutoria do Curso Piloto de Administração da UFPI

4.2 Objetivos Específicos
 Definir o papel do Tutor na Educação a Distância;
 Refletir acerca da importância do Tutor nesta modalidade;
 Analisar os recursos utilizados na Tutoria do Curso Piloto de Administração da UFPI.


5. JUSTIFICATIVA

A Educação a Distância nas últimas décadas do século XX contribuiu muito na foram de baixa qualidade: diversos modelos de formação incentivaram a massificação inconseqüente de títulos escolares e outras apenas reproduziram em meio digital ou na TV as péssimas aulas que eram dadas com base em métodos tradicionais. Apesar das promessas, algumas dessas contribuições instituições têm aproveitado muito das potencialidades desta modalidade na formação docente.
Nessa perspectiva, pretende-se que a EaD seja de fato uma nova modalidade de ensino com boa qualidade , tendo em consideração que o país debate-se com a falta de professores formados nas diferentes áreas disciplinares em todos os níveis de ensino.


6. METODOLOGIA

O método de estudo a ser utilizado é o estudo de caso, baseado nas técnicas típicas de um estudo qualitativo nomeadamente entrevistas, observação das sessões de tutoria, questionário e estudo de documentos.
O estudo de caso tem sido amplamente utilizado por pesquisadores que procuram responder questões relacionadas a “como” e “por que” certos fenômenos ocorrem, e objetivam analisar intensivamente tal fenômeno, sendo que o pesquisador vai a campo buscando captar o fenômeno em estudo a partir da perspectiva das pessoas nele envolvidas, considerando todos os pontos de vista relevantes (GODOY, 1995).
Trata-se de um estudo exploratório, que se enquadra nas pesquisas qualitativas, com algumas características da pesquisa participante, tendo como sujeito o professor-tutor. Para a realização desta pesquisa, foi elaborado um questionário, com a intenção de definir o perfil do professor-tutor e as dificuldades que enfrenta no desempenho de sua atividade.
Com isso procurar-se-á ouvir os profissionais entrevistados partindo-se de uma concepção dos mesmos enquanto sujeitos ativos que interagiram com o trabalho e não apenas como meros reprodutores de conhecimento ou simples fornecedores de dados para o trabalho desenvolvido.
A escolha da abordagem qualitativa justifica-se pelo fato de tratar-se de uma pesquisa que tem como finalidade a compreensão da educação a distância, mais especificamente, o papel do tutor e a relação entre o seu desempenho e o desempenho do aluno.
O trabalho, ao fazer referência à pesquisa qualitativa, busca destacar a abordagem como sendo capaz de responder a algumas questões muito peculiares tendo em vista a sua preocupação, nas ciências sociais, com um nível de realidade que não pode ser quantificado. Ou seja, a abordagem qualitativa procura trabalhar com o universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais profundo das relações, dos processos e dos fenômenos que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis.
Os autores que aplicam tal método, por sua vez, não possuem grande preocupação em quantificar fenômenos, porém, ao contrário, em compreendê-los e explicar a dinâmica das relações sociais que, por sua vez, são depositárias destas crenças, valores, atitudes e hábitos.
O modelo de pesquisa adotado possibilita também o conhecimento da realidade de atuação dos entrevistados, suas visões sobre as questões levantadas e suas experiências pessoais e coletivas, o que possibilita uma base de informações mais sólida e consistente sobre o tema pesquisado.


7. REFERENCIAL TEÓRICO

São muitas as denominações utilizadas para descrever a Educação a Distância: estudo aberto, educação não-tradicional, estudo externo, extensão, estudo por contrato, estudo experimental. Contudo, nenhuma dessas denominações serve para descrever com exatidão educação a distância; são termos genéricos que, em certas ocasiões, incluem- na mas não representam somente a modalidade a distância. Esta pressupõe um processo educativo sistemático e organizado que exige não somente a dupla via de comunicação, como também a instauração de um processo continuado, onde os meios ou os multimeios devem estar presentes na estratégia de comunicação (NUNES apud PERRY, Walter; RUMBLE, Greville, 1987, p. 12).
De acordo com Moore (apud BELLONI, 2001, p.25), a educação a distancia consiste num junto de métodos instrucionais nos quais os comportamentos de ensino são executados em separado dos comportamentos de aprendizagem, incluindo aqueles que numa situação presencial (contígua) seriam desempenhados na presença do aprendente de modo que a comunicação entre o professor e o aprendente deve ser facilitada por dispositivos impressos, eletrônicos, mecânicos e outros.
A EaD pressupõe a combinação de tecnologias convencionais e modernas que possibilitem o estudo individual ou em grupo, nos locais de trabalho ou fora, através de métodos de orientação e tutoria a distância contando com atividades presenciais específicas, como reuniões do grupo para estudo e avaliação.
Da mesma forma que em outros países, a educação a distância no Brasil evoluiu a partir do aparecimento e da disseminação dos meios de comunicação, tendo sido várias as experiências implementadas a partir do desenvolvimento de novas metodologias, inicialmente aplicadas ao ensino por correspondência as quais foram posteriormente marcadas e influenciadas pelo surgimento dos meios de comunicação de massa, tais como rádio e televisão.
A EaD sempre esteve ligada ao uso de meios tecnológicos para estabelecer comunicação entre o estudante e a instituição provedora do curso. Esta modalidade de ensino foi evoluindo nas formas de interação conforme o desenvolvimento das tecnologias em diferentes momentos históricos onde o material impresso faz-se presente nas diferentes gerações. Na evolução de EaD consideram-se três gerações:

Geração textual: até 1960, baseada essencialmente na auto-aprendizagem por meio de material impresso; Geração Analógica: entre 1960-1980, baseada na auto-aprendizagem utilizando textos impressos complementados por recursos tecnológicos de Audio e vídeo; Geração Digital: em curso, baseada na auto-aprendizagem com suporte em recursos tecnológicos altamente diferenciados. Do texto impresso à vídeo conferência, com forte apoio na internet e comunicação via satélite (SCREMIN, 2002, p. 8).

Nos dias atuais, as tecnologias de comunicação virtual conectam cada vez mais pessoas fisicamente distantes, fazendo com que as práticas educativas passem cada vez mais a combinar cursos presenciais com cursos virtuais, sendo vários os programas em andamento que utilizam videoconferências, internet, etc.
Outrossim, a garantia da comunicação em qualquer processo de ensino-aprendizagem é de grande importância sobretudo no caso de EaD onde o aluno estuda sozinho sem a presença física do professor. Este pode se sentir isolado e por vezes perder o interesse pelo curso. É no âmbito deste contexto que se enquadra a figura do tutor que com a ajuda de meios tecnológicos e alguns contatos presenciais aparece como mediador do processo e motivador dos alunos.
Segundo Nobre (2007, p. 4) a atuação do tutor em programas de EAD deve basear-se

[...] no diálogo, na troca de experiências e no debate de questões de forma instigadora, possibilitando ao aluno agir como construtor de seu conhecimento. Nesta orientação a ação desenvolvida pelos tutores liga-se mais a um fazer docente de mediação pedagógica, do que a uma ação de transmissão do conhecimento.


O Projeto Piloto da Universidade Aberta do Piauí – UAPI em termos de metodologia está basicamente apoiado aos recursos de aprendizagem virtual que estão disponíveis no ambiente virtual de aprendizagem adotado pela Instituição – o e-Proinfo. As aulas são de acordo com a disponibilidade do aluno, e as dúvidas são discutidas com o Tutor, este não resolvendo, faz a ponte com Professor Orientador da disciplina específica. O Tutor deve estar preparado para gerenciar a postura comportamental do aluno e inspirá-lo a máxima confiança no sentido motivar a cumprir suas tarefas.
Nesse contexto entende-se que o tutor não tem um trabalho meramente técnico onde apenas tem que seguir o que está prescrito de forma linear, mas dá a possibilidade deste demonstrar a sua criatividade em benefício do formando. A tutoria desempenha um grande papel para o bom desempenho do aluno.


8. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BELLONI, Luiza M. Educação a Distância. 2 ed. São Paulo: Autores Associados, 2001.

BOGDAN, R. C. e BIKLEN, S. K. Investigação qualitativa em educação. Uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora, 1994, caps. 1 e 2.

GODOY, A. Pesquisa Qualitativa: tipos fundamentais. Revista de Administração de Empresas. São Paulo, v.35, n.3, p. 20-29, 1995.

KIPNIS, B. Elementos de pesquisa e a prática do professor. São Paulo: Moderna, 2005.

LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.

LUDKE, M. e ANDRÉ, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo; EPU, 1986.

NOBRE, Claúdia V. Dialogando com vários atores envolvidos no processo de transição de tutoria presencial para tutoria a distância em programas de Educação a Distância. Disponível em: . Acessado em 18 de junho de 2007.

PERRY, W.; RUMBLE, G. A short guide to distance education. Cambridge: International Extension College, 1987.

PICANÇO, A.A. et al. Conversando sobre interatividade, 2000 Disponível em: . Acessado em 18 de junho de 2007.

SCREMIN, Sandra B. Educação a Distância: Uma Possibilidade na Educação Profissional Básica. Florianópolis, Visual Books Editora, 2002.

SELLTIZ, WRIGHTSMAN e COOK. Métodos de pesquisa nas relações sociais. Louise H. Kidder (org.). São Paulo; EPU, 1987. Vol. 2, cap. 8.


postado por:Gilmar Duarte às 6:10 AM

Domingo, Dezembro 23, 2007

Grupo1-Texto1-Inf. e Educ. Pedagógica

Texto n.1 – Quão Interativo é o Hipertexto¿: da interface potencial à escrita coletiva – PRIMO, Alex, Fronteiras Estudos Midiáticos, São Leopoldo, v.5, n.2, p125-142, 2003.

Fala-se muito em novas tecnologias mas não se tem certeza que elas atinjam a interatividade desejada. O usuário lê mas não opina, termina na informação unilateral, sem discussão e sem a intervenção do usuário. A quantidade de links em cada site é o que se tem por prática determinar o quanto ele é interativo, no entanto, não existe diálogo do usuário com o executor do site.
Interatividade seria uma espécie de “conversação” entre o homem e a técnica através da interface e varia qualitativamente de acordo com a relação mantida entre os envolvidos.
O termo usuário, constatado por Gould (1995),é usado por duas indústrias: a que vende tecnologia e a que vende drogas. O termo usuário substitui o termo receptor (muda o termo mas a prática continua a de um receptor), embora se venda a idéia de grande interferência do usuário sobre os programas. O autor defende o termo interagente.
A seqüência das buscas e os caminhos dos jogos são previamente programados, embora dê a sensação de vários percursos a serem seguidos, estes caminhos existem mas foram previamente programados para serem assim.
Na criação de hipertextos também existem combinatórias que foram previamente planejadas, principalmente na linguagem html que é limitada a combinar os se/então. Os sites que admitem que os usuários participem de sua criação, continuação ou crescimento são chamados de colaborativos, mas existem ainda poucos. Já os trabalhos construídos simultaneamente por mais de uma pessoa, onde cada um pode ir construindo e inserindo partes no andar do trabalho de outrem chama-se cooperativo.
Para resumir o texto faz uma síntese na discussão:
Enquanto no hipertexto potencial apenas o leitor se modifica, permanecendo o produto digital com suas características originais, no hipertexto cooperativo todos os envolvidos compartilham a invenção do texto comum e no hipertexto colaborativo constitui-se de uma atividade escrita coletiva mas administrada por alguém.


postado por:Gilmar Duarte às 11:48 AM

Grupo1-Texto2 - Inf. e Educ Pedagógica

Texto n. 2 – A Comunicação Pegagógica e o Computador – Paulo Roberto Gomes Porto. O texto fala sobre o que é a comunicação, define os termos que fazem parte da comunicação humana, como se dá a passagem de informação e de como a comunicação exprime a totalidade do processo que coloca em interação duas ou mais consciências, os diversos meios de comunicar, os meios e os modos, as características da comunicação oral e escrita, as diversas formas de impressão, a evolução desses meios, as diversas teorias sobre o micro computador e suas extensões, as comunicações pedagógicas e a aprendizagem, onde fazem a análise da modalidade unidirecional e interativa, em que a primeira é fechada, imutável, linear, seqüencial e o receptor é passivo e a segunda é modificável e o usuário é co-autor, co-criador da mensagem.


postado por:Gilmar Duarte às 11:45 AM

Grupo1-Texto3- Inf. e Educa. Pedagógica

Resumo Texto n. 3 do Grupo 1 – Informática e Comunicação Pedagógica
As Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação: as perspectivas de Freire e Bakhtin. Raquel de Almeida Moraes, Ângela Correia Dias e Leda Maria Rangearo Fiorentini.

Os autores fazem uma análise sobre o novo modo de comunicar-se, ou seja através das novas tecnologias e suas aplicações na educação e em como esta nova infra-estrutura pode colaborar na produção do conhecimento.
Entendem que elas superam as antigas formas de transmitir informações (rádio, cinema, imprensa e televisão), pois acreditam que antes havia uma transmissão unidirecional e a massificação e que com as TICs propiciam o diálogo através da interação entre os participantes e a interferência sobre as mensagens enviadas e recebidas.
Estes instrumentos passam a fazer parte da vida da sociedade e não podem ficar de fora da vida do professor, da educação, do processo ensino-aprendizagem, mas para isso exige-se uma nova postura, estratégia, de formação do professor que saiba se utilizar destas tecnologias para melhorar e intensificar suas práticas pedagógicas.
Bakhtin e Freire concebem a linguagem, primordialmente, como dialógica. O diálogo é o princípio fundamental da existência. Sem diálogo não se precisaria falar e nem ouvir. Fomos criados para nos interrelacionar através destes sentidos e a construção do conhecimento se dá em ouvir um, analisar, processar e responder outro afim de que se tenha uma saída final diferente da que entrou.
Essa é uma nova ótica na Educação que gera desafios. O professor que era uma pessoa detentora do conhecimento e transmissora do mesmo passa a ser parte do processo com mediador, facilitador, dando oportunidades de que os participantes façam parte da construção do seu próprio conhecimento e que o próprio professor aprenda com isso.
Freira, no livro “Pegadogia do Oprimido”, faz várias colocações sobre a construção do conhecimento onde o sujeito faz parte do processo e não um mero espectador onde os detentores do conhecimento vão depositando seus conteúdos. Diz ainda que o pior é quando um oprimido passa deste lado para o outro faz tanto ou mais opressão quanto sofreu anteriormente e reforça que esta prática está fora do contexto pedagógico atual sob pena de esmagarmos as riquezas que existem dentro dos que fazem parte dos que buscam a construção de sua existência e de seus conhecimentos (sua vida em si).
Para Bakhtin ainteratividade e a comunicação entre os sujeitos por meio de sinais, gestos, sons e palavras, aos quais ele chama de signos, constituem a origem dos fenômenos ideológicos e, ao mesmo tempo, da consciência. Os dircursos que são monifônicos se mostram autoritários de uma verdade única, absoluta e incontestável enquanto que os polifônicos, dados como poéticos, são aqueles em que não são encontrados vestígios de autoritarismo e coerção social. Entende que o leitor, espectador deve poder contestar os discursos, responder, dialogar, polemizar.
Os dois autores concordam em três pressupostos:
- A linguagem, como expressão de relações sociais e de classe;
- O dialogismo (Freire) e a polifonia (Bakhtin) sendo preferíveis ao monólogo ´extensão – (Freire) ou a monofonia (Bakhtin); e
- A palavra como expressão da consciência.
Portanto, as TICs podem fazer parte deste mundo que busca construir junto o fazer pedagógico da vida escolar desde que os educadores façam o uso delas buscando uma forma de educação liberadora, criativa, interativa, motivadora e não com a ilusão de que um aparelho possa transformar o mundo sem que os agentes de transformação estejam inseridos na sua condução.


postado por:Gilmar Duarte às 11:45 AM

La Educacion - Redelet

Eu gostei muito de saber sobre este assunto da Redelet e o que ela se propunha e porque não dizer, ela foi um dos ipmulsos inicial até chegarmos o que é hoje a nossa tecnologia.
As redes latinos Americanas nos falam de 5 objetivos à formação Técnica:
- Desenvolver um domínio e uma competência do saber técnico;
-Resolver problemas de ordema técnica;
- Desenvolver habilidades de concepção de manutenção;
- Favorecer, junto ao aluno, o desenvolvimento de uma reflexão sobre sua formação técnica, seus objetivos e seu campo de ação e de sua estrutura conceptual de sua área de concentração ;
- e preparar o aluno para enfrentar a evolução de sua área de formação com relação às modificações científicas e tecnológicas.
Com estas prerrogativas a formação de professores para atuarem dentro desta nova concepção teve que ser avaliada e buscada.
Este trabalho de interligação de toda a rede foi muito interessante, pena que eu só tomei conhecimento neste momento do nosso curso, mas antes tarde do que nunca.


postado por:Gilmar Duarte às 11:44 AM

Artigo n.3 Disseminação do Conhecimento Científico

Considerações sobre a disseminação do conhecimento cientifico e tecnológico e sobre a formação para o trabalho na sociedade emergente.
Prof. Gilberto
Alfabetização científica e tecnológica (ACT) faz com que entremos numa nova era, talvez a mudança da era industrial para a era tecnológica, supostamente melhor e mais democrática, menos excludente e mais igualitária. Será?
Embora o aumento enorme do número de cientistas no mundo, neles não está incluindo o cidadão comum da sociedade, ou seja ninguém vai estudar sobre o que pode e vai acontecer com estes e que propostas podem amenizar este caos de exclusão.
Temos que dizer a Ciência e a Tecnologia tem um papel enorme no processo de mudança do mundo laboral o que evidencia as complexas interações entre essas duas áreas de expressão humana e o trabalho.
As inovações tecnológicas podem alimentar o sistema econômico gerando novos produtos e fomentando pesquisas portanto o sucesso econômico passa pelas progresso cintífico e tecnológico.
Deve-se ter clareza de que o desenvolvimento científico e tecnológico é resultado de um esforço de toda a sociedade e esta precisa saber da importância de se estabelecer claramente a missão da ciência e da tecnologia principalmente no que diz respeito ao funcionamento do sistema produtivo e do mercado de trabalho.
Temos que nos preocupar no entanto em saber onde este desenvolvimento todo pode nos levar, as perspectivas futuras de emprego e renda devem ser motivo de grande análise para que em vez de criarmos avanço não estejamos criando um monstro que engolirá a população como um todo, reservando este novo mundo para uma meia duzia de magnatas detentores deste poder.
Temos que ter o cuidado de ver os interesses que estão por de trás de cada ação. Assim como a alfabetização em massa pode ter levado ao consumismo em massa o uso de novas tecnologias pode "ilusóriamente" promover a evolução de vida e "realmente" a decadência afetiva, social e moral de todo um sistema de vida mundial.
É necessário então questionar se a alfabetização científica e tecnológica poderá assegurar a formação de uma sociedade digna deste nome (FOUREZ, op. cit.).
O movimento em torno do trinômio Ciência-Tecnologia-Trabalho surge baseado em três eixos principais: o eixo político-econômico, o eixo social e o eixo humanista.
É inquestionável que um crescimento contínuo e a longo prazo só pode ser assegurado se investimentos importantes na produção científica e tecnológica for efetivamente concertizada no nosso país, ou continuaremos a depender sempre e cada vez mais daqueles que estão acontumados a pensar por nós.
Os objetivos de uma alfabetização científica e tecnológica, como fala o texto, seriam direcionados para assegurar que decisões de natureza tecnológica ou científica, apresentando repercussões sociais importantes, possam ser suficiente compreendidas por todos e controladas democraticamente. Este é um ponto de crucial importância para a nossa sociedade.
A alfabetização científica e tecnológica é inegavelmente um forte componente na expansão do nivel sócio-econômico das nações. Ruim com ele,pior sem ele. (já ouvi este discurso).
Gostei muito da última colocação: E é justamente esse o desafio que a sociedade tecnológica nos propõe: aprender como fazer distinções entre o conhecimento de que precisamos para o exercício da cidadania por meio do trabalho daquele que não precisamos, especialmente daquele que não podemos controlar.


postado por:Gilmar Duarte às 11:43 AM

Artigo n.2 -Formação Profissional na Sociedade Tecnológica

As novas tecnologias têm uma grande influência na sociedade. Este novo paradigma pode ser o responsável das interações sociais, culturais, éticas e profissionais numa nova sociedade que busca ansiosamente por melhor viver. Precisamos no entanto explorar mais este mundo.
Mesmo que se pense ou espere do futuro algo melhor em termo de bem estar do cidadão isto se dará de acordo com a inserção dele no meio de produção.
Quem garante que a sociedade tecnológica emergente será mais justa, mais prazerosa, mais democrática, mais igualitária.
O futuro do trabalho e a identificação do perfil do trabalhador em função da restruturação do sistema produtivo são as duas vertentes que surgem da discussão entre formação, cidadania e sociedade tecnológica.
Importante a colocação Apple (op. cit.), a tecnologia não existe para facilitar os processos industriais, mas sobretudo e unicamente para eliminar postos de trabalho nestes tempos de crise do capital. Eu tbm acredito que isso vá acontecer e me questiono quem irá dar conta destes desempregados. Os donos das indústrias automatizadas e tecnológicamente avançadas ou o governo que facilitou este desenrolar.
"novo modo de produção" como fala Gibbons e seus colaboradores (1994), mostram para as escolas profissionalizantes os runos dos ensinamentos que precisam seguir se quizerem dar conta disso. E não só eles que falam sobre isso, diversos autores estão analizando e chegando a esta mesma conclusão.
A inovação, a competição e o conhecimento fazem a corrida das escolas com a indústria.
Desenvolver habilidades e conhecimentos de resolução de problemas dos objetos técnicos e tecnológicos; instrumentar o indivíduo para enfrentar a evolução de sua área de formação quanto ao avanço científico, são a base do caminhar das escolas profissionalizantes neste acompanhamento, mas estas habilidades e competências adquiridas pelos cidadãos devem ir além do atendimento imediato do mercado, mas devem fazê-lo capaz de agir ativamente nas direções que o próprio mercado pode tomar.
Pergunta boa: Quais seriam as competências que um técnico de nível médio deveria deter para ter sua empregabilidade assegurada, tendo em vista a restruturação do sistema produtivo e a eminência de uma sociedade tecnológica? O texto mostra um apanhado destes conhecimentos, atitude e habilidades tanto gerais, como específicos, mas conclui que os alunos das escolas profissionalizantes querem mais do que deter saberes específicos e tecnológicos, querem poder pensar sobre eles, analizá-los, criticá-los, reconstruí-los.
Estará o professor preparado para entrar neste mundo onde a transmissão é subtituida pela construção de conhecimentos e de cidadania do individuo.
Janete


postado por:Gilmar Duarte às 11:42 AM

Grupo2 -Como Utiizar a Internet na Educação

De José Manuel Moran
A distância hoje já é mais principalmente geográfica, mas sim econômica, cultura, ideológica e tecnológica.
As escolas como um todo estão incestindo muito no uso da Internet, principlamente na divulgação em sites bem estruturados dos seus programas pedagógicos e atividades que atraem ao estudante e a comunidade.
A navegação atrai o estudante, mas uma livre navegação sem nexo pode atrapalhar o entendimento do mesmo, para tanto é necessário uma organização para melhor aproveitar os conteúdos de cada página.
O artigo fala mais sobre a internet em cursos presenciais e como existem maneiras de introduzir formas de pesquisa e comunicações não presenciais que instigarão os alunos a se relacionarem dentro e fora da sala de aula. è mais fácil a sua utilização em redes privadas do que em redes públicas.
Uma das coisas que inventivam os alunos na elaboração de suas páginas pessoas é esta possibilidade de exporem-na para o mundo.
O importante é que nas experiências comentadas os professores comentam que além de pesquisarem sobre um tema os alunos devem comentar e dizer o que tem de bom daquele tema no site que ele mesmo achou.
Precisam ser bem especificados nos sites de busca para que não tornem impossíveis de se analisar todos os resultados obtidos na busca.
Saber como dirigir para especificidades é importante. A clareza da informação ajuda na busca. Quem não sabe onde quer chegar não chega a lugal algum.
A navegação precisa de bom senso, gosto estético e intuição. Caracteriza o interessante da internet esta possibilidade de viajar sem sair de cas, encontrar pessoas, lugares, programas úteis e etc.
No começo há o deslumbramento, curiosidade, facínio mas depois vem a etapa do domínio da tecnologia, da escolha e a seguir se enxerga os defeitos, os problemas, as dificuldades de conexão, as repetições, a demora.
Resultados: riquezas de interações como também a impaciência de muitos alunos por mudar de um endereço para outro, confusão entre informação e conhecimento, conciliar o tempo dos alunos, facilidade de dispersão, a participação dos professores é desigual, perde-se muito tempo na rede.
Nossa mente é a melhor tecnologia infinitamente superior em complexidade ao melhor cmputador, porque pensa, relaciona, sente, intui e pode surpreender.


postado por:Gilmar Duarte às 11:41 AM

Grupo 2- Educação a Distância na Internet

Educação a Distância na Internet: abordagens e contribuições dos ambientes digitais de aprendizagem.
Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
A EAD é uma modalidade de ensino alternativa, por meio de correios, rádio e a televisão, democratizando o acesso à educação em diferentes níveis.
O uso da tecnologia pode servir para estimular os alunos nas aulas presenciais, possibilitando a exploração das características inerentes às tecnologias empregadas.
A educação por correspondência é feita distribuindo-se o material impresso de maneira uniforme para todos os alunos, estes estudam e remetem os resultados ao órgão que o enviou, mas este método ocasiona uma grande desitência é é discriminado como de baixo custo e baixo nível de qualidade.
Já o uso das TIC auxilia o potencial de interatividade e no desenvolver atividades à distância com base na interação e na produção de conhecimento.
Conforme a autora" Inserir determinada tecnologia na EAD não constitui em si uma revolução metodológica, mas reconfigura o campo do possível".
Ambientes digitais de aprendizagem. São sistemas computacionais disponíveis na internet, destinados ao suporte de atividades mediadas pelas tecnologias de informação e comunicação e são compostos de correio, fórum, bate-papo, conferência, banco de recursos, etc. e neles diferentes mídias (textos, imagens, vídeos, hipertextos).
autora salienta que os autores que se dedicam a estudar a EAD, principalmente no setor colaborativo, indicam o blende learning como uma tendência potencial da EAD. Diz assim que ele pode incorporar diversas tecnologias diferentes atendendo assim as necessidades de cada um.
O artigo 80 da LDB, do Decreto nº 2.494 de 10/02/98, indica como característica da educação a distância a auto-aprendizagem mediada por recursos didáticos, sem salientar o papel do aluno e do professor, bem como as respectivas interações e intencionalidades implícitas em todo ato pedagógico voltado ao desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes.
A distância, que pode afastar ou aproximar as pessoas, se refere à mediação pedagógica, cuja amplitude pode ser medida pelo nível do diálogo educativo que pode variar de baixo a freqüente
e pelo grau da estrutura variável entre rígida e flexível.
Os programas de EaD podem ter o nível de diálogo priorizado ou não segundo a concepção epistemológica erespectiva abordagem pedagógica.
Participar de um ambiente digital se aproxima do estar junto virtual (Prado e Valente, 2002), uma vez que atuar nesse ambiente significa expressar pensamentos, tomar decisões, dialogar, trocar informações e experiênciase produzir conhecimento.
Ensinar em ambientes digitais e interativos de aprendizagem significa: organizar situações
de aprendizagem, planejar e propor atividades; disponibilizar materiais de apoio com
o uso de múltiplas mídias e linguagens; ter umprofessor que atue como mediador e orientador.
O papel do professor é colocao de uma forma tão utópica, sonhadora, chego a pensar que é impossível do professor atingir tal nível de parceria. Eu me questiono se sou capaz?!
Quando se vai avaliar deve-se levar em conta as distâncias de tempo e espaço de cada estudante a fim de ver e rever o processo que aconteceu ao longo de sua trajetória.


postado por:Gilmar Duarte às 11:41 AM

Grupo 2 -Tecnologias e novas educações

Nelson Pretto e Claúdio da Costa Pinto, Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Educação.
O País precisa de políticas públicas para que consiga democratizar o acesso à internet para que a população possa ter a possibiliadde de se organizal de modo horizontal, pois este é o tipo de organograma do momento.
Existe um crescimento enorme de internautas que em 2001 perfazia um total de 23 mikhões e hoje inclusive é no sul que mais acessam a internet com um percentual de 24% de pessoas on-lines eguida pelo sudeste, 23%, norte e centro-oeste 17% e o nordeste 10% (foha de São Paulo, 2001).
È pequeno ainda o número de estudantes que tem acesso a Internet - Ensino fundamental, de 35 milhões, somente 6 milhões tem acesso - ensino médio, dos 8,1 milhões, somente 3 milhões tem acesso.Uma exclusão ainda muito grande.
Falatambém que as seis redes de emissoras maiores do país monopolizam todas as emissoras de transmissão o que ocasiona um domínio sobre a população como um todo.
Existe um movimento para a utilização de softwares não proprietários o que dá a liberdade de acesso aos códigos fontes e a independência dos fornecedores.
"as redes se instalam sobre uma realidade complexa e não em espaços virgens"(Leila Dias, 1995, p.148).
A tecnologia é utilizada em meio a todo um sistema, uma estrutura que aí está e que deverá se adapatar com ela, conviver com ela, se utilizar dela.
A forma de trabalhar do professor torna-se mais intensa, já que a escola e todo o sistema educacional passam a funcionar com outros tempos e em múltiplos espaços, diferenciados.
O problema do uso das novas tecnologia não está bem nas novas tecnologias, mas nas imposições dos sitemas educacionais, que ainda se mantém rigidos a um propósito utilitário da educação.
Os projetos de formação de professores usarão como fonte de estudo e considerações os seus próprios meios e indicadores.
A tecnologia sempre foi instrumento de inclusão social, mas agora isso adquire novo contorno que com o custo barato e o acesso a informação ajuda na parte crítica do cidadão.


postado por:Gilmar Duarte às 11:40 AM

Seminário Grupo 2- 19-04-07

O Seminário sobre o uso da Internet e suas tecnologias foi muito bem, apesar dos problemas de conexão,conseguimos avançar nas discussões sobre este tema que é a nossa vida neste momento.
O histórico dessa tecnologia, os meios de comunicação e os novos padigmas e o organização da sociedade fizeram parte das exposições.
Continuo com o ditado "senso comum" que quem não sabe onde quer chegar não chega alugar nenhum, mas aqueles que sabem, se informam, se atualizam e coordenam as atividades são capazes de desenvolver um trabalho de um novo paradigma com certeza.
O papel do professor, penso, ser ainda maior e mais empenhativo do que no presencial.
Gostei muito do Trabalho do grupo 2.
Vamos continuar no crecimento.


postado por:Gilmar Duarte às 11:39 AM

Grupo3 - IUB-Texto 1

Uma análise do surgimento da educação a distância no contexto sócio-político brasileiro do final da década de 30 e início da década de 40.
Universidade Estadual de Campinas
Maria Esmeralda Mineu Zamlutti, 2006

“Fica difícil entender, no mundo caracterizado pelas maravilhas da sociedade da informação, as possíveis resistências ao emprego da EAD.
Só o fato de ainda exibirmos a estatística de 19 milhões de analfabetos seria motivo bastante para utilizar as tecnologias hoje disponíveis para a educação, como é o caso dos vídeos, TVs digitais, computadores e da enigmática internet. (NISKIER, 1999, p.21).
O texto fala sobre as duas educações a distância no Brasil, uma considerad oficial, a da década de 70, implantada e regulamentada pelas esferas governamentais e outra não oficial, da década de 30, com o ensino por correspondência oferecido pelo Instituto Monitor, a partir de 1939 e pelo Instituto Universal Brasileiro, a partir de 1941.
Estes institutos eram voltados a educação para o trabalho e principalmente para às classes populares.
Salienta a grande mudança que oferece este tipo de educação onde o mestre é substituído pelo computador e a sala de aula pela correspondência, internet, teleconferência, videoconferência ou telecurso. O segundo pai ou segunda mãe, neste caso, está bem distante, daqueles a quem deveria afagar.
O estudo por correspondência foi o pioneiro no Brasil em ensino a distância e procurava atender algumas necessidades de mão-de-obra demandada na época.

“No contexto das mudanças que caracterizam o mundo nesta passagem de século e pensando a educação para o futuro milênio, cujos contornos a rapidez das mudanças tecnológicas, econômicas e político-sociais não nos permitem antecipar, podemos dizer que educação, formação e cultura serão sem dúvida os melhores instrumentos com os quais poderá contar o indivíduo para sobreviver e prosperar. (BELLONI, 199, p.101)
Existem discussões sobre onde teria surgido a educação a distância no mundo, enquanto alguns falam que surgiu no século XII, o mais usual é apontar para 1840, quando Issac Pitman lançava no Reino Unido um curso por correspondência postal em aprendizagem e conversão dos tipos de taquigrafia, já ALVES (1998), afirma que começou no século XV quando em Mongúcia, Alemanha, Johannes Guttemberg inventou a imprensa. Na versão moderna, a Suécia é apontada como desbravadora na educação a distância, em 1883, o que foi aplicado em 1849 na Inglaterra, em 1856 na Alemanha e nos Estados Unidos em 1874 e no Brasil em 1904, com a implantação das Escolas Internacionais com o apoio dos Estados Unidos.
Segundo a pesquisa MEC/UERJ (1980), a história do ensino por correspondência no Brasil até 1977 (data da conclusão da pesquisa), teve a seguinte trajetória:
1904 – Escolas Internacionais (RJ)
1939 – Instituto Rádio Técnico Monitor (SP)
1941 – Instituto Universal Brasileiro (SP)
1943 – A Voz da Profecia (RJ)
1946 – SENAC (RJ)
1952 – IBAM – Instituto Brasileiro de Administração Municipal (RJ)
1962 – Occidental Schools (SP)
1967 – Cursos Guanabara de Ensino Livre (RJ)
--------- Associação Mens Sana (RJ)
-1969 – IRDEB – Instituto de Radiofusão da Bahia (BA)
1970 – Instituto Cosmos (RJ)
1972 – Centro de Socialização (RJ)
--------- Promotora Profissional Brasileiro (RJ)
1974 – Centro de Estudos de Pessoal do Exército Brasileiro – Sistema de Telensino (RJ)
1975 – CDRH Fundação Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos (RJ)
-------- Curso de Auxiliares de Clínica e de Cirurgia Ltda (RJ)
Existem outras fontes que informam algumas datas e instituições diferentes mas nada muito discrepante do que foi descrito acima.
O Instituto Universal Brasileiro teve o início de sua história na ditadura Vargas e o atual Diretor-Presidente coloca que este foi fundado por um ex-sócio do Instituto Monitor e registra em cartório do dia 14 de outubro de 1941. Seus primeiros cursos foram: datilografia, taquigrafia e estenografia. Com o aumento da demanda do mercado, passou a oferecer os curso de auxiliar de escritório, caixa, correspondente, secretariado, português e inglês. Em 1944 criou o curso de contabilidade, em 1945 o curso de corte e costura e, em 1949, os cursos de desenho artístico e mecânica. Na década de 40 foi uma das mais fortes instituições do ensino a distância do país.

Na década de 50 lançou o curso de “Aprenda Rádio e Televisão”. O que foi amplamente divulgado pelo jornal “O Cruzeiro”.
Na década de 70 o IUB, sediado em São Paulo já contava com mais duas filiais, uma em Brasília e outra no Rio de janeiro e tinha 22 cursos profissionalizantes, além doa cursos de supletivo de 1º e 2º Graus, com um total de 150.000 alunos espalhados por todo o território nacional.
Também mantinha um grande número de alunos gratuitos, principalmente presidiários, deficientes físicos e enfermos em fase de recuperação, dentre outros.
O IUB tem crescido em número de cursos, modalidades, infra-estrutura, métodos e material didático utilizado. Segundo Naso, já estudaram no IUB aproximadamente 3.600.000 pessoas.
Atualmente conta com sete Unidades de Atendimento aos alunos, duas Unidades Administrativas, além de um parque gráfico com área construída de 6000 m2. Possui um corpo docente especializado e salas de avaliação presenciais, salas de vídeo, salas individuais e coletivas com professor, além de outros equipamentos didáticos empregados nos cursos.
O perfil dos alunos do IUB são na sua maioria das regiões Norte e Nordeste com renda mensal entre 2 e 6 salários mínimos, desempregados que querem um formação para procurar emprego e pessoas que não tem acesso a educação além daqueles que procuram a comodidade de realizarem o curso sem saírem de suas residências.


postado por:Gilmar Duarte às 11:38 AM

Grupo 3- Texto EAD-LED-UFSC

Ensaio sobre a Educação a Distância no Brasil
Maria Luiza Beloni
Artigo que trata sobre a educação a distância no que diz respeito aos aspectos teórico e práticos, as questões econômicas e políticas de suas implantações.
A pedagogia e a tecnologia ,como projetos sociais, sempre andaram de mão dadas. O que diferencia uma sociedade de outra são as finalidades, as formas e as instituições sociais envolvidas nessa preparação, que a sociologia chama “processo de socialização”.
Torna-se difícil para as escolas públicas acompanharem a evolução da tecnologia, enquanto as privadas fazem isso sem muita crítica ou discussão, somente para agradar o usuário.
As novas gerações estão aprendendo um novo modo de aprender, mais autônomos e assistemáticos e as escolas devem aprender a conviver com estas novas gerações que deve educar. As escolas devem ver este novo momento como meios de emancipação e não apenas de dominação e exclusão.
Todas as mídias, fazem parte do universo de socialização das crianças, participando, de modo ativo e inédito na história da humanidade, sendo um processo complexo transformando a criança em um ser social e capaz de viver de modo compentente.
Salienta que não podemos perder de vista os marcos teóricos destes acontecimentos para que possamos compreender o fenômeno educação a distância, como parte de um processo de inovação educacional mais amplo que é a integração das novas tecnologias de informação e comunicação nos processos educacionais.
Embora não seja o único fator determinante, a tecnologia está fortemente associada ao desenvolvimento da educação a distância.
O texto fala de algumas experiências de educação a distância no Maranhão e e no Mato Grosso principalmente na formação de professores, principalmente utilizando a TV Escola como meio de comunicação na formação.
Fala também sobre a educação popular como formação cidadã. Cita os projetos de educação supletiva tais como: MEB- Movimento de Educação de Base – e Projeto Minerva, em cursos de formação de adultos do Mobral e os “telecursos” produzidos pela Rede Globo em parceria com alguns órgãos. Fala também de muitos programas com a participação de pedagogos e especialistas que se utilizaram das tecnologias a disposição para realizarem programas e atividades que melhorassem a atratividade e atingissem um público maior e aqueles sem as oportunidades naturais da aprendizagem. Tais propostas vem ao encontro daqueles estados em que o governo não consegue manter, nem implantar, escolas de ensino médio em todos os Municípios que deveria e estas seriam maneiras de ajudar que os jovens pudessem ter seu avanço na escolaridade e/ou educação.
Na educação ao longo da vida, pode-se dizer um mercado muito promissor do ponto de vista econômica, pois se estará usando o que temos em termos de tecnologias e oferecendo cursos de pós-graduação tão necessários a toda à população. Este tipo de educação é considerado mais aberto e mais promissor.
Um exemplo de Universidade que oferece estes tipo de cursos é a UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina, através do LED – Laboratório de Educação a Distância. A UFSC oferece cursos em convênio com diferentes tipos de empresas em diversos pontos do país, principalmente faculdades privadas. Foi criado em 1995,pelo departamento de Engenharia de Produção e tem como objetivos atender às demandas empresariais, e serve para que as empresas qualifiquem seu pessoal sem abrir mão do seu tempo. Também atua na formação de professores, cursos de pós-graduação e de formação continuada. A autora salienta que como muitas pessoas fazem o mesmo curso, existe uma tendência a todos manterem o mesmo pensamento, não havendo assim debates e crescimento nas áreas específicas de cada um. O meio é bom, mas o massificar deixa suas dúvidas. Fala também do uso das teleconferências para reuniões, o que não obteve o sucesso esperado e nas aulas, salienta que este meio, do ponto de vista pedagógico, tende a reforçar os velhos métodos da aula expositiva, em que a técnica exige muito dos professores e não melhora a motivação dos alunos.
Conclui que a educação a distância seguem as mesmas contradições que caracterizam a história da educação no Brasil. De um lado a teoria de gabinete e a falta de condições reais de efetivação e de outro, o conflito entre o setor público com suas políticas equivocadas que criam um mercado florescente, livre de restrições para o lucro do setor privado, evidências estas que se manifestam no mundo inteiro e não somenete no Brasil. Diz também que a concentração se dá nas propostas dos processos de ensino e não nos processos de aprendizagem, onde a preocupação está em fazer a informação chegar e não como é captada pelo receptor.
A questão maior então não está na modalidade de ensino, se presencial ou a distância, mas sobretudo na capacidade de os sistemas ensinantes inovarem quanto aos conteúdos e às metodologias de ensino, ou seja inventarem novas soluções para problemas antigos.
A educação a distância tem muito a contribuir na educação ao longo da vida, surgindo para atender à demanda decorrente da expansão do ensino secundário; criação de novos modos de formação continuada adequada às demandas de mercado. Tudo isso sem perder de vista os ideais humanistas de formação do cidadão crítico e criativo, capar de pensar e de mudar o mundo.
Cumprimenta a criação da Unirede, consórcio que congrega todas as grandes universidades públicas do país, que estão unindo esforços para a formação de professores em todos os níveis na modalidade a distância, visto que a sua criação se deu por iniciativa das instituições de ensino e pesquisa e não de umapolítica imposta pelos organismos oficiais.


postado por:Gilmar Duarte às 11:36 AM

Grupo 3-UAB Sexto texto

UAB – Universidade Aberta do Brasil

O trabalho apresenta detalhes sobre o processo de reconhecimento da educação a distância no Brasil a partir da aprovação da Lei de Diretrizes da Educação Nacional (LDB) – Lei 9394/96, exigindo a definição de políticas e estratégias para sua implementação e consolidação nas mais diversas Instituições de Ensino Superior (IES) do país.
Um grande número de Instituições se cadastraram junto ao Ministério da Educação para darem cursos de EAD.
A SEED foi criada, em 1996, com a missão de atuar como agente de inovação dos processos de ensino-aprendizagem, fomentando a incorporação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) e da educação a distância aos métodos didático-pedagógicos das escolas públicas.
Com várias características importantes e dividida em departamentos, em 2004 a SEED, através de edital próprio selecionou muitas instituiçõespúblicas de ensino superior, possibilitando vários cursos a distância e investindo em 2004 aproximadamente 14 milhões para apoio técnico financeiro.
A SEED fez com que a organização das instituições fosse em consórcio co isso teve como ponto de partida a criação, em 2001, da Universidade Virtual Pública do Brasil (UniRede), formada inicialmente por setenta instituições de ensino superior com o objetivo democratizar o acesso à educação de qualidade por meio da oferta de cursos a distância.
A SEED buscando tornar mais legalizado o processo das políticas públicas realizou o processo de discussão de uma minuta de decreto que foi objeto de uma consulta pública no início de 2005. Em trinta e sete artigos, o texto final do Decreto 5622/05 visa regulamentar o Art. 80 da Lei 9394/96, que dispõe sobre o credenciamento de instituições públicas e privadas para a oferta de cursos e programas, na modalidade a distância, para a educação básica de jovens e adultos, educação profissional técnica e educação superior.
As instituições de ensino são privadas, públicas e comunitárias. Atualmente temos 127 instituições cadastradas para trabalhar com EAD, em caráter experimental, 90 estão credenciadas ou autorizadas para cursos de graduação, cinco para cursos seqüenciais e 32 para pós-graduação Lato Sensu a distância (informações na paginado MEC).
Embora UAB tenha entrado para a LDB em 1996, o seu começo já é mais antigo,pois começou com uma série de reuniões de um grupo tarefa (Portaria Ministerial Nº 96, de 05 de março de 1974), grupo este que estudou e traçou as diretrizes para a educação a distância no país culminando com a implantação oficial em 1996. Muitos projetos de lei tramitaram no congresso anteriormente, mas foram todos arquivados e estes projetos foram o embrião para a atual UAB ( afirma Arnaldo Nieskier,1999, professor participante deste grupo).
O sistema UAB foi instituído oficialmente pelo Decreto 5800, de 8 de junho de 2006, com a finalidade de expandir e interiorizar a oferta de cursos e programas de educação superior no País, mediante a oferta de cursos e programas a distância por instituições públicas de ensino superior, em articulação com pólos de apoio presencial.
Entre as finalidades do Sistema UAB, destacamos as quatro que seguem: (a) ampliar o acesso à educação superior pública; (b) reduzir as desigualdades de oferta de ensino superior entre as diferentes regiões do País; (c) estabelecer amplo sistema nacional de educação superior a distância; (d) fomentar o desenvolvimento institucional para a modalidade de educação a distância, bem como a pesquisa em metodologias inovadoras de ensino superior apoiadas em tecnologias de informação e comunicação.
Em 2006 houve um projeto piloto em parceria com o banco do Brasil e demais bancos estatais, quando foram oferecidas 10.000vagas para curso de graduação em administração nas mais diversas regiões do país, podendo participar da seleção somente funcionários do Banco do Brasil e funcionários públicos da esfera federal, estadual ou municipal.
Os autores que trabalham com a análise da UAB tem uma grande preocupação para que o funcionamento eficiente desta modalidade de ensino aconteça e é a didática e a formação de professores para trabalhar com este sistema. Não é só começar a dar cursos, mas sim debater bem como ela se dá tanto para os professores como para os alunos e ainda o gerenciamento pelas instituições, pois é um modelo novo de ensino e precisa ser pensado diferentemente. As instituições criaram núcleos para tratarem da educação a distância separando de vez esta modalidade de ensino de todo o resto e somente um número muito pequeno se preocupou em criar grupos de discussão que envolvam graduação, pós-graduação, extensão e pesquisa e a partir daí trabalhar com a EAD da UAB.
Segundo Sá (2003:200)há grandes desafios internos à Universidade a serem superados. Para que a EAD possa desenvolver-se, respeitadas suas características fundamentais, é preciso uma nova concepção organizativa, pedagógica e administrativa no espaço do trabalho público universitário".
Cabe ao Ministério da Educação o papel de fiscalizar as reais condições para oferta de cursos superiores a distância, tendo em vista que a superação do preconceito existente com relação a essa modalidade de ensino passa, necessariamente, pela garantia da qualidade de ensino.


postado por:Gilmar Duarte às 11:34 AM